Câmara de Vale de Cambra mantém taxas de IRS, IMI e derrama em 2018

Com os votos contra do PSD e PS, a Câmara de Vale de Cambra vai manter no próximo ano as taxas do IRS, IMI e derrama na participação municipal. A única novidade está na majoração em 30% a prédios urbanos degradados e rústicos ao abandono com áreas florestais. 

A Câmara Municipal de Vale de Cambra aprovou, no mês de Novembro, manter a participação municipal no IRS (Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares) em 3,8%; a taxa de IMI (Imposto Municipal Sobre Imóveis) em 0,33%, atendendo ao número de dependentes a cargo; e isentou empresas, com lucros inferiores a 150.000 euros, do pagamento da derrama, bem como as empresas que se tenham fixado no concelho, em 2017 e que tenham criado cinco ou mais postos de trabalho.

Para o presidente da Câmara, José Pinheiro este é um “esforço de apoio aos munícipes”, garantindo ao mesmo tempo “a necessária consolidação orçamental da receita”, face também aos “desafios financeiros que o quadro comunitário Portugal 2020, agora em plena execução”, explicou.

A única novidade na política fiscal no próximo ano é a majoração em 30% a prédios urbanos degradados e o dobro aos prédios rústicos com áreas florestais que se encontrem em situação de abandono.

PSD e PS apresentaram propostas de redução destas taxas e discordaram da aplicação da majoração aos prédios urbanos degradados e rústicos ao abandono com áreas florestais, “por não terem sido apresentadas pelo executivo plantas que identifiquem a localização dos artigos rústicos e urbanos naquelas condições”, salientaram os vereadores Pedro Almeida, do PSD e Nelson Martins, do PS.

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